quarta-feira, novembro 15, 2006

Arte: Jacek Yerka

Os meus silêncios
muitas vezes valem ouro
e custam caro

horas de sono perdidas
pelas palavras não ditas

o que a boca não diz
nem sempre teus olhos
compreendem.

© Ademir Antonio Bacca
do livro “Pandorgas ao Vento”

6 comentários:

zulmiragtpc disse...

A cada visita, sempre uma grata surpresa: visual e escrita...Estás superando o esperado no teu blog...
Notei a falta de tuas telas. Nada de novo? Ah, e um pedido: já que comentaste acerca do Gualicho (que não cheguei a conhecer) e também do gato Félix, que tal uma palavrinha sobre Frei Tito? Abraço.

Andréa Motta disse...

É sempre muito prazeiroso vir lhe visitar,
palavra e imagem sempre em perfeita harmonia. Bom demais!
Beijos,
Andréa

Chris Herrmann disse...

Sensacionais, Ade, poema e imagem. Não queria rimar, mas é uma viagem! rs
Beijos,
Chris

Anônimo disse...

Curto muito seu blog, Ademir,tanto que sempre passo pro pc. São momentos de excelente leitura - além das imagens escolhidas, de muito bom gosto.
Um abraço!

Marcelo Marat.

Anônimo disse...

Como é bom visitar seu cantinho e sentir na alma a beleza dos seus versos.
Como é bom ver a poesia tratada assim, com tanto talento.
Um grande abraço amigo.

Varley

Mônica Montone disse...

Só os realmente sensíveis conseguem compreender o silêncio, Bacca, querido.

beijos

MM

ps: apareça no Fina Flor quando puder, sabes que sua visita é sempre bem vinda ;o)