segunda-feira, novembro 20, 2006


Arte: Mario Alberto

Na madrugada de sexta-feira, morreu um dos monstros sagrados do futebol de todos os tempos: Puskas. Húngaro de nascimento, depois de brilhar na seleção de seu país, fugiu da invasão soviética e exilou-se na Espanha, onde tornou-se um dos maiores ídolos do Real Madri. No domingo, jogadores perfilados no meio do campo, uma violoncelista executava sua música durante o minuto de silêncio em honra ao craque. Nas arquibancadas, a platéia em silêncio respeitoso. No Brasil, o minuto de silêncio sempre é o mais barulhento de toda a partida. Daí dá para se ter uma noção do nível de certos torcedores que vão aos estádios para tudo, menos para torcer pelos seus clubes civilizadamente

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