Oi Ademir. Parabéns pelo poema e pelo blog! Sou poeta e criei um blog de poemas e crônicas para divulgar o meu trabalho. Linkei teu blog lá. Se você puder, dê uma passada por lá! Seguem aí dois poemas. Grande abraço!
CURTO-CIRCUITO (Victor Colonna)
De repente eu paro e olho: é ele! E desengato marcha-a-ré crescente Meu rosto fica roxo, vermelho E desamarra-se o elo da corrente.
Curto-circuito, incêndio, tragédia! E meu cabelo arrepiado espeta E meu pulso desencapado te choca E meu corpo endiabrado, capeta.
E meu peito pega fogo: vida Um calor que se desprende e solta Amor é caminho longo: é ida É só ida. Não tem volta.
NÁUFRAGO (Victor Colonna)
Embarco numa rima ruminante E parto numa estrofe estropiada Eu paro, penso, pausa...e num rompante Encontro um verso que não leva a nada.
Eu vejo a poesia tão distante Me afogo na superfície da palavra Eu sumo num soneto dissonante Sufoco numa sílaba que trava.
Perdido numa quadra sem quadrante Sou menos que figura, figurante Pseudo-comandante, e vivo em dilema
Espero que a onda não me traia E nado em desespero até a praia Salvo o poeta mas naufrago no poema.
12 Comments:
Talvez seja este um dos mais conhecidos...Lindo!
Abraço, Ademir.
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SAM, at Ter Mai 12, 07:16:00 AM 2009
Belo texto,poeta!
Abraços.
Linney Palma
Casa do Poeta de Canoas.
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linney, at Qui Mai 14, 03:39:00 PM 2009
Lindo texto, e linda figura. A propósito, a mão direita segura flores, enquanto a esquerda está escondida! recuperando-se!
Um abraço
Até mais ver
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Moni, at Qui Mai 14, 07:07:00 PM 2009
Oi Ademir.
Parabéns pelo poema e pelo blog! Sou poeta e criei um blog de poemas e crônicas para divulgar o meu trabalho. Linkei teu blog lá. Se você puder, dê uma passada por lá! Seguem aí dois poemas. Grande abraço!
CURTO-CIRCUITO (Victor Colonna)
De repente eu paro e olho: é ele!
E desengato marcha-a-ré crescente
Meu rosto fica roxo, vermelho
E desamarra-se o elo da corrente.
Curto-circuito, incêndio, tragédia!
E meu cabelo arrepiado espeta
E meu pulso desencapado te choca
E meu corpo endiabrado, capeta.
E meu peito pega fogo: vida
Um calor que se desprende e solta
Amor é caminho longo: é ida
É só ida. Não tem volta.
NÁUFRAGO (Victor Colonna)
Embarco numa rima ruminante
E parto numa estrofe estropiada
Eu paro, penso, pausa...e num rompante
Encontro um verso que não leva a nada.
Eu vejo a poesia tão distante
Me afogo na superfície da palavra
Eu sumo num soneto dissonante
Sufoco numa sílaba que trava.
Perdido numa quadra sem quadrante
Sou menos que figura, figurante
Pseudo-comandante, e vivo em dilema
Espero que a onda não me traia
E nado em desespero até a praia
Salvo o poeta mas naufrago no poema.
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Victor Colonna, at Dom Mai 31, 09:22:00 AM 2009
Sempre passo por aqui para beber água cristlina dessa fonte.
Amo a sua poesia.
Abraços fraternos
Nalva Kuhn
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Bichinho do mato, at Qua Jun 03, 01:25:00 PM 2009
Feliz pelo retorno, poeta
beijos
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Stella, at Sáb Jun 06, 11:18:00 AM 2009
Encantada com ENCANTAMENTO.
Ademir, obrigada por existires!
Senti-me muito feliz por estar autografando ao seu lado a nossa Antologia em Ribeirão Preto, na IX Feira do Livro, dia de meu niver.
Meus filhos e meu marido, tornaram-se seus fãs.Seja sempre muito feliz!
Sucesso sempre!
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Verluci Almeida, at Sex Jun 26, 05:22:00 AM 2009
Olá , vc gostaria de participar de uma antologia?
Por favor, entre em contato.
Elenilson
http://www.literaturaclandestina.blogspot.com/
http://poemasdemilcompassos.blogspot.com/billa
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Elenilson Nascimento, at Qui Jul 09, 02:09:00 PM 2009
Saudades dos teus poemas, Ademir!
Abraço!
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SAM, at Qui Ago 13, 01:16:00 PM 2009
Mis saludos caro Ademir desde Santiago de CHILe
Leo Lobos
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Leo Lobos, at Sex Ago 14, 01:07:00 PM 2009
já eu
sozinha
só o silêncio
e o movimento dos meus medos
nestas noites insones
(lindíssimo)
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MLy, at Dom Set 06, 07:04:00 PM 2009
me deu vontade de sair por aí voando
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Non je ne regrette rien: Ediney Santana, at Sex Out 02, 07:32:00 AM 2009
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