quinta-feira, fevereiro 16, 2006


Minha mãe trouxe da roça o hábito do plantio. Na cidade, dentro dos limites da sua casa, aproveitou cada palmo de terra para plantar flores de todas as espécies. No tronco de árvores frutíferas enxertou mudas de orquídeas e pelos canteiros misturou toda semente que lhe caiu nas mãos. O colorido em torno da velha casa dela sempre me chamou a atenção - até plantei duas 'três marias' que me dão uma trabalheira e me esfolam mãos e braços com seus espinhos pontiagudos. Dia desses, máquina fotográfica em punho, resolvi fotografar a Dona Precedina em meio a suas flores. Divido com vocês um pouco das cores que captei.

2 comentários:

Rejane Romani Rech disse...

Ade,
Diz Jorge Luis Borges que não se pode contemplar sem paixão. Quem contempla desapaixonadamente não contempla. As três marias do jardim da Dona Precedina foram certamente plantadas e são cuidadas por um verdadeiro poeta. E são lindas!
Abraço
Rejane

Izabel T. da Rosa disse...

Ademir amigo querido, a flor só tem valor se desabrochar. Juntamente com Dona Precedina outras mães já plantaram e ainda estão plantando o colorido que faz a nossa vida. Continue cuidando desse jardim imenso. Ele é lindo!! Abraço