quarta-feira, novembro 14, 2007

toda palavra

toda palavra
devora entranhas
e alimenta medos

toda palavra
que corta fundo
reparte o sangue
entre a terra
e o corpo

mas toda palavra
que cala,
divide dois mundos
para sempre

© Ademir Antonio Bacca
do livro “O Relógio de Alice”

10 comentários:

Andréa Motta disse...

Ademir,
Excelente poema!!
espero ler muito em breve este teu livro, com certeza está fantástico!
bom feriado,
beijos
Andréa

Leo Lobos disse...

Con mis saludos Ademir desde Santiago de CHIle, siempre grato de ver - leer y dejar estas palabras de fraternidad y afecto

Leo Lobos

www.leolobos.blogspot.com

http://www.youtube.com/watch?v=zEMhR95vnZg

SAM disse...

Tão bonito quanto verdadeiro.


Beijos

Izelda Maia disse...

Muito bom, poeta.

Abraço.

FINA FLOR disse...

bonito, Bacca!


hoje eu passo para deixar meu beijo de fim de ano e dizer que desejo os melhores aromas, amoras, amores, brilho e brisa para o ano que está para acontecer.

até,

MM.

SAM disse...

Boas Festas, Ademir.

Beijo

Muito além de mim... disse...

Sou sua eterna fã! Vc sabe disso meu amigo.
Um feliz Natal pra vc e sua família!
E que 2008 nos traga a PAZ! em todos os modos! Na saúde, na educação, no financeiro enfim! Paz!
Um grande abraço.
Me escreva pro email
guidhacapelo7@gmail.com
acho que perdi seu email.
Um abração

andré gabriel disse...

boas festas, ótimo 2008. grande abraço

Cláudio B. Carlos (CC) disse...

Opa!
É minha primeira vez aqui. Gostei do que li.
Abraços do *CC*

vildete pessutto disse...

ADEMIR,

GRANDE POESIA. ADOREI, MUITO VERDADEIRA. VOU TENTAR CONSEGUIR O LIVRO

GRANDE ABRAÇO

VILDETE